Ligamentos · Grau I

Lesão do LCP (ligamento cruzado posterior) grau i

A tíbia recua até 5 mm a mais que o lado sadio e continua à frente dos côndilos do fêmur. Parte das fibras foi estirada e o ligamento mantém a continuidade. A queixa costuma ser dor atrás do joelho, sem instabilidade.

Revisão: equipe editorialAtualizado: ago. de 2026Leitura: 4 min

O que significa grau i

A tíbia recua até 5 mm a mais que o lado sadio e continua à frente dos côndilos do fêmur. Parte das fibras foi estirada e o ligamento mantém a continuidade. A queixa costuma ser dor atrás do joelho, sem instabilidade.

Como este grau se compara aos outros

A classificação descreve a extensão da alteração encontrada no exame, não a intensidade da dor. Duas pessoas com grau i podem ter queixas bem diferentes, e é comum encontrar graus iniciais em joelhos que não doem.

GrauO que o exame mostra
Grau IA tíbia recua até 5 mm a mais que o lado sadio e continua à frente dos côndilos do fêmur.
Grau IIO recuo fica entre 5 e 10 mm e a tíbia chega ao mesmo nível dos côndilos femorais, sem passar deles.
Grau IIIA tíbia recua mais de 10 mm e passa a ficar atrás dos côndilos.

O que fazer com essa informação

O número do laudo sozinho não define tratamento. Quem junta o achado de imagem ao seu exame físico, ao seu histórico e ao que limita sua rotina é o profissional que acompanha você. Leve o laudo à consulta e pergunte o que aquele achado muda, na prática, no seu caso.

Perguntas frequentes

Lesão do LCP (ligamento cruzado posterior) grau i é grave?

Grau I descreve deslocamento de até 5 mm na imagem. Gravidade não se mede pelo número: depende dos sintomas, do exame físico e do quanto isso limita o que você faz. Tratamento sem cirurgia, com controle de dor e inchaço e fortalecimento do quadríceps desde cedo. O retorno às atividades costuma acontecer entre 2 e 6 semanas.

Lesão do LCP (ligamento cruzado posterior) grau i pode voltar ao normal?

Alterações estruturais já instaladas costumam não regredir na imagem. A dor e a função, por outro lado, melhoram na maior parte dos casos com tratamento bem conduzido. É comum o exame continuar igual e a pessoa voltar às atividades sem queixa.

Preciso repetir o exame para acompanhar?

Na maioria das situações não. Repetir imagem sem mudança importante nos sintomas raramente altera a conduta. A reavaliação costuma ser clínica.

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