Lesão do LCL (ligamento colateral lateral) grau ii
Parte das fibras se rompeu e a articulação abre entre 5 e 10 mm, ainda com alguma parada no fim do teste. A dor é maior e costuma haver dificuldade para girar o corpo com o pé apoiado.
O que significa grau ii
Parte das fibras se rompeu e a articulação abre entre 5 e 10 mm, ainda com alguma parada no fim do teste. A dor é maior e costuma haver dificuldade para girar o corpo com o pé apoiado.
Como este grau se compara aos outros
A classificação descreve a extensão da alteração encontrada no exame, não a intensidade da dor. Duas pessoas com grau ii podem ter queixas bem diferentes, e é comum encontrar graus iniciais em joelhos que não doem.
| Grau | O que o exame mostra |
|---|---|
| Grau I | As fibras foram estiradas e o ligamento continua íntegro. |
| Grau II | Parte das fibras se rompeu e a articulação abre entre 5 e 10 mm, ainda com alguma parada no fim do teste. |
| Grau III | O ligamento se rompeu por inteiro, a abertura passa de 10 mm e não existe parada firme. |
O que fazer com essa informação
O número do laudo sozinho não define tratamento. Quem junta o achado de imagem ao seu exame físico, ao seu histórico e ao que limita sua rotina é o profissional que acompanha você. Leve o laudo à consulta e pergunte o que aquele achado muda, na prática, no seu caso.
Perguntas frequentes
Lesão do LCL (ligamento colateral lateral) grau ii é grave?
Grau II descreve ruptura parcial na imagem. Gravidade não se mede pelo número: depende dos sintomas, do exame físico e do quanto isso limita o que você faz. Órtese articulada por algumas semanas em boa parte dos casos, com reabilitação progressiva. O retorno ao esporte costuma ficar entre 6 e 10 semanas.
Lesão do LCL (ligamento colateral lateral) grau ii pode voltar ao normal?
Alterações estruturais já instaladas costumam não regredir na imagem. A dor e a função, por outro lado, melhoram na maior parte dos casos com tratamento bem conduzido. É comum o exame continuar igual e a pessoa voltar às atividades sem queixa.
Preciso repetir o exame para acompanhar?
Na maioria das situações não. Repetir imagem sem mudança importante nos sintomas raramente altera a conduta. A reavaliação costuma ser clínica.