Lesão do LCL (ligamento colateral lateral) grau iii
O ligamento se rompeu por inteiro, a abertura passa de 10 mm e não existe parada firme. Nesse grau é frequente que o canto posterolateral do joelho tenha sido atingido junto, o que soma instabilidade rotacional.
O que significa grau iii
O ligamento se rompeu por inteiro, a abertura passa de 10 mm e não existe parada firme. Nesse grau é frequente que o canto posterolateral do joelho tenha sido atingido junto, o que soma instabilidade rotacional.
Como este grau se compara aos outros
A classificação descreve a extensão da alteração encontrada no exame, não a intensidade da dor. Duas pessoas com grau iii podem ter queixas bem diferentes, e é comum encontrar graus iniciais em joelhos que não doem.
| Grau | O que o exame mostra |
|---|---|
| Grau I | As fibras foram estiradas e o ligamento continua íntegro. |
| Grau II | Parte das fibras se rompeu e a articulação abre entre 5 e 10 mm, ainda com alguma parada no fim do teste. |
| Grau III | O ligamento se rompeu por inteiro, a abertura passa de 10 mm e não existe parada firme. |
O que fazer com essa informação
O número do laudo sozinho não define tratamento. Quem junta o achado de imagem ao seu exame físico, ao seu histórico e ao que limita sua rotina é o profissional que acompanha você. Leve o laudo à consulta e pergunte o que aquele achado muda, na prática, no seu caso.
Perguntas frequentes
Lesão do LCL (ligamento colateral lateral) grau iii é grave?
Grau III descreve ruptura completa na imagem. Gravidade não se mede pelo número: depende dos sintomas, do exame físico e do quanto isso limita o que você faz. Diferente do LCM, o grau III do lado de fora costuma ter indicação cirúrgica, e há preferência por operar nas primeiras semanas quando possível. A decisão é individual e leva em conta as lesões associadas.
Lesão do LCL (ligamento colateral lateral) grau iii pode voltar ao normal?
Alterações estruturais já instaladas costumam não regredir na imagem. A dor e a função, por outro lado, melhoram na maior parte dos casos com tratamento bem conduzido. É comum o exame continuar igual e a pessoa voltar às atividades sem queixa.
Preciso repetir o exame para acompanhar?
Na maioria das situações não. Repetir imagem sem mudança importante nos sintomas raramente altera a conduta. A reavaliação costuma ser clínica.